A democratização do acesso à cultura no Brasil

Enviada em 14/03/2025

Promulgado em 1988, a Constituição Federal (CF) vigente assegura direitos fundamentais para a democracia e vida digna de seus cidadãos. Porém, a escassez do acesso à cultura e suas consequências, como pessoas que acreditam em qualquer falácea. Dessa forma, para medir a conjuntura, é imprescendível enunciar os pilares da adversidade: o fator social e ineficácia governamental.

Diante desse cenário, é preciso explorar o quesito sociocultural e suas implições na temática. A passivina flexão crítica do brasileiro sobre o acesso à cultura vêm pela alusão de que eles têm tudo que precisam na “palma da mão”. Entretanto, o celular não é usado de forma que ajude a aumentar os seu conhecimento e a melhorar o senso crítico, mas sim, como passa-tempo. Consequentemente, esse fato está tornando a sociedade alienada e sem opinião própria.

Ademais, convém destacar as falhas estatais. A esse respeito Jonh Rauls, na teoria do Pacto Social, enfatizou o Estado como mantenedor do bem-estar coletivo. Contudo, os impactos da exclusão de comunidades marginalizadas do acesso à bens e serviços culturais contrastam com a tese do autor, uma vez que o Governo do Brasil não se preocupa com o enredo, tendo em vista a perda da identidade cultural e da desvalorização de expressões artísticas locais. Com isso, é inadmissível a inoperância das esferas de poder no que tage a mitigação do viés.

Portanto, entende-se que a escassez do acesso à cultura é um obstáculo intrínseco de raízes culturais e governamentais. Logo, o Ministério das Comunicações, por intermédio da coparticipação de programas midiáticos de alta audiência, deve discutir e elucidar o assunto, com o objetivo de mostrar as

principais sequelas do problema e, de forma detalhada, esse órgão vai convidar professores de arte e cultura afro para apresentar uma visão crítica e orientar os espectadores a respeito do impasse discutido. Feitos esses pontos, com a criticidade proposta por Bourdieu’e o Pacto Social de

Rawls, a sociedade brasileira terá uma vida digna, como prevê a Constituição

Federal.