A democratização do acesso ao serviço de odontologia

Enviada em 21/09/2023

A Organização das Nações Unidas (ONU) representa o desejo de promover melhores condições de vida para a humanidade. Porém, esse anseio ainda não concretizou-se na democratização do acesso ao serviço de odontologia, que no Brasil grande parcela da população não consegue o tratamento gratuito. Nesse contexto, persebe-se a configuração de um complexo problema que se emerge na desigualdade social e na omissão do Estado.

Nesse cenário, ressata-se de início, que, o orgulho coletivo é um fator preocupante. Durkheim afirma que o individualismo das pessoas é formado pelos próprios cidadãos. Tal influência, é perceptível nos entraves para democratizar a introdução da cumunidade aos serviços odontológicos, visto que, mais da metade da população nunca foi à consulta com dentista, por não terem acesso grátis ou não conseguirem pagar o atendimento pelo fato de serem de baixa renda. Assim, é preciso rever pensamentos coletivos pra dissolver o problema.

Além disso, outro fator influenciador é a inércia do Governo. Para Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar dos habitantes do país. Porém, essa responsabilidade não está sendo honrada quanto a facilitação no atendimento livre das classes baixas, uma vez que, políticas públicas que garantiriam o acesso coletivos dos indivíduos são falhos ou inexistente, principalmente em cidades pequenas por não terem fiscalizações adequadas. Desse modo, para que esse bem seja usufruído, o Executivo precisa sair da estagnação que se encontra.

Portanto, faz-se necessário uma intervenção. Para isso o Governo Federal deve criar uma agenda econômica mais democrática, por meios de recursos para os grupos excluídos, a fim de reverter a desigualdade social que se instala na problemática. Esta ação pode ainda ser divulgada na mídia para que todos tomem conhecimento. Dessa forma, será possível fazer jus aos fundamentos de Thomas e torna uma comunidade contemporânea plural.