A desvalorização da ciência no Brasil
Enviada em 29/09/2019
Para Aristóteles “a pesquisa baseia-se na aquisição de novos conhecimentos e desenvolvimento de teorias de conceitos e princípios das leis da natureza”. Hodiernamente, no Brasil, a pesquisa científica enriquece a pauta de comércio e educação, entretanto, a falta de investimento do governo e a incompreensão da sociedade contribuem para que a pesquisa científica ainda seja subdesenvolvida. Nesse contexto fica evidente que ações devem ser tomadas a fim de atenuar essa questão.
Convém pontuar de início que, a importância da pesquisa científica para um país está relacionada com o desenvolvimento econômico de forma direta. Entretanto, a falta de investimentos e cortes de verbas do Governo Federal, em relação à ciência, afetam diretamente a economia do país, uma vez que, o desenvolvimento da pesquisa científica, promove geração de trabalho, capital, produção tecnológica, além do avanço e desenvolvimento interno da ciência e da tecnologia. Destaca-se que a promoção da ciência e de seus frutos desencadeia a necessidade de gestão dos recursos e a formação de profissionais especializados.
Concomitante a isso, a posição de negligência e o desinteresse da sociedade frente a pesquisa cientifica no país também é uma problemática que reverbera o baixo desenvolvimento científico. Tal concepção está relacionada ao filosofo Sócrates que dizia que “a vida sem ciência é uma espécie de morte”. Uma vez que a própria sociedade negligencia e desconhece a importância da ciência para a sua própria evolução, essa segue a passos lentos em busca do avanço de novas tecnologias e descobertas.
Evidencia-se, portanto que a pesquisa científica é de extrema importância para o país. Por conseguinte, cabe ao Governo Federal, disponibilizar as verbas necessárias para o real desenvolvimento da ciência, por meio da captação de parte dos próprios recursos frutos das pesquisas e avanços científicos, a fim de garantir o investimento do qual a pesquisa científica necessita. Ademais, cabe as escolas em parceria com a sociedade civil, aprimorar o desenvolvimento dos estudantes, através de feiras de ciências, palestras e aulas práticas, com o objetivo de incentivar o interesse dos alunos para a ciência. Desse modo a sociedade poderá de fato desenvolver a pesquisa cientifica de qual Aristóteles viabilizou.