A desvalorização da ciência no Brasil
Enviada em 02/06/2020
No fim do século passado, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil devido á perseguição nazista na Europa. Cativado pela nova casa, ele escreveu o livro “Brasil, país do futuro”, que retratou a imagem de uma nação em pleno progresso. Porém, observa-se que a desvalorização da ciência no Brasil implica o ideal brasiliano outrora formulado. Isso porque a negligência governamental e desinteresse público legitimam a existência do entrave.
Em primeira análise, nota-se que a ausência de políticas públicas é um dos porquês pelo qual o problema ainda perdura. Nesse aspecto, Abraham Lincoln, célebre personalidade americana, teceu muitas críticas ao sistema político no geral. Sempre reforçando a ideia que a política é serva da pátria. Posto isto, compreende-se que o deságio da ciência no Brasil, é justamente oposta ao conceito que Lincoln defendeu. Logo, surge o agravamento dessa situação que poderia ser reduzida se houvesse mais interesse por parte do Estado.
Outrossim, a ignorância da população é ainda um grande impasse à valorização da ciência. Tristemente, a existência dessa condição é um reflexo da má educação coletiva no Brasil. É notório, portanto, que o Poder Público tem a obrigatoriedade de conscientizar os cidadãos, principalmente, no sentido da ciência, que é de suma relevância para progresso do sistema social. Desse modo, quando não se faz, torna-se inviável solucionar esse fator.
Destarte, é mister que medidas são necessárias. Por conseguinte, assiste ao Ministério da educação, por meio das escolas e universidades, deve se criar projetos socioeducativos, com debates, palestras, longas-metragens, afim de promover a conscientização social. Tais eventos deverão ter alcance nacional, inclusive pela internet, com transmissões ao vivo, por exemplo, nas redes virtuais e televisas. Aguarda-se, dessa forma que a população possa estar inteiramente informada e que o problema seja erradicado.