A desvalorização da ciência no Brasil

Enviada em 14/06/2020

O desenvolvimento científico é fundamental para o avanço da sociedade. Por isso, ele constitui diversos eventos importantes, entre eles o movimento Renascentista do século XV. No entanto, o Brasil falha nas políticas de incentivo ao avanço científico.

Em primeiro lugar, é válido expor que as características do Renascimento tornaram-se inerentes a sociedade desde sua ascensão. Por exemplo, a valorização dos estudos da anatomia humana e os métodos científicos partiram desse movimento. Essas características instituíram-se na ciências da natureza e atualmente são cruciais para o progresso de suas aplicações. Por isso, o advento do pensamento científico na sociedade acadêmica tornou-se essencial para sociedade.

Em segundo lugar, a partir do exposto o Brasil fundamenta-se contra tais avanços sociais. Por certo, o bloqueio de gastos nas universidades públicas anunciado pelo MEC (Ministério da Educação) em 2019 assume tal oposição contra o desenvolvimento do conhecimento. Para explicar melhor, a ação divulgada paralisa as bolsas acadêmicas, insumos de pesquisas e a compra de equipamentos básicos para laboratórios. Dessa forma, os pesquisadores e a evolução científica no Brasil encontram-se debilitados.

Portanto, a consciência científica  é essencial para manutenção da produção de conhecimento. Em virtude disso, a União Nacional dos Estudantes se opondo a ação do MEC deve propor uma solução para suprir os gastos da verba cortada. Uma possível ação seria a parceria com empresas privadas que usufruem de tal avanço tecnológico, afim de estabelecer uma troca de interesses públicos e privados. Isso poderia se efetivar por meio de uma petição estudantil enviada ao MEC, demonstrando os benefícios de tal ação ao desenvolvimento socioeconômico do país. Assim, os suprimentos básicos necessários seriam mantidos e possibilitaria a manutenção da qualificação acadêmica.