A desvalorização da ciência no Brasil
Enviada em 16/06/2020
Na história da ciência, a Revolução Científica que teve início no século XVI, trouxe muitas teorias revolucionárias, mudando totalmente o pensamento e o comportamento humano. Desde então, a ciência só evolui e se reinventa. No entanto, apesar da ciência ser imprescindível para o desenvolvimento econômico, social e ambiental, o Brasil encara a ciência com uma certa desvalorização. Isso ocorre, ora em função da negligência de como a ciência e o cientista são importantes, mas são desvalorizados, ora fica explícito no corte de investimentos para pesquisas.
A priori, é imperioso destacar que a desvalorização da ciência no Brasil gera um retrocesso. Cientistas procurarão outros meios fora do país, uma vez que, seu trabalho não está tendo espaço para ser desempenhado, e sem essa ciência o Brasil passa a ter dependência de outros países desenvolvidos. Sócrates afirmava que a vida sem a ciência é uma espécie de morte. Logo, é substancial o reconhecimento da importância da ciência e do cientista no cenário brasileiro.
Outrossim, é importante pontuar que, o corte de investimentos em pesquisas nas Universidades, é extremamente prejudiciais para o desenvolvimento do país. Os alunos pós-graduandos são os responsáveis pelo progresso da ciência no Brasil, sendo assim, com o corte de verbas não há bolsas e financiamentos para a expansão desses alunos na ciência. Como houve a Revolução Científica no século XVI, transformadora, é substancial que no século XXI, o Brasil valorize a ciência. Logo, é necessário uma solução para a problemática.
Posto isso, é mister que a profissão de cientista esteja entre as tantas outras reconhecidas pela sociedade e pelo Governo, que permite a realização dos trabalhos. A partir de disponibilização de verbas, para bolsas de pesquisas destinadas aos pós-graduandos que permite a decolagem da ciência no Brasil, dentro das Universidades. Por conseguinte, o país estará ampliando as possibilidades de ser cada vez mais eficiente na ciência.