A desvalorização da ciência no Brasil

Enviada em 13/06/2020

O fenômeno da “fuga de cérebros” sempre foi algo marcante no hstórico da sociedade acadêmica brasileira, mostrando a incessante desvalorização da ciência no país. Esse processo tem se intensificado durante os últimos anos, em especial, no atual governo do presidente Jair Bolsonaro com o ministro da educação Abraham Weintraub. Em declarações recentes, é evidente o descaso para com as áreas da educação, pesquisas, tecnologia e ciência.

A priori, vale ressaltar os cortes nas verbas de universidades e institutos de pesquisas desde 2018. Tal atitude impossibilitou inúmeros projetos e pesquisas de continuarem a progredir. Além disso, alguns campus foram forçados a fechar e faculdades entraram em greve por falta de orçamento.

Ainda sob esse viés, é importante lembrar da crise histórica que instituições científicas como o CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), a FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações sofreram em 2016.

Em suma, faz-se mister a atuação do governo federal para a resolução de tal problemática. Por meio de um Ministério da Educação eficiente, os cortes deveriam ser cessados e uma maior valorização deve ser implementada, por exemplo atendendo aos requisitos da Marcha pela Ciência. Essas atitudes visam reverter o cenário da crise em que o Brasil encontra-se devido à desvalorização da ciência.