A desvalorização da ciência no Brasil
Enviada em 14/09/2020
Desde a Revolução Industrial, percebe-se os grandes avanços científicos que ocorreu no século XVIII. Entretanto, na atualidade o cenário é bastante diferente, fica evidente a estagnação e o descaso com a ciência do Brasil, seja por falta de incentivo ou, também, negligência estatal.
Em primeira análise, vale salientar que a ausência de estímulo científico é uma das razões pela qual a problemática ainda perdura. Segundo o filósofo Immanuel Kant, “é no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade”. Nesse sentido, não distante do pensamento filosófico, a educação por mediante da ciência é essencial no país, porém as estruturas das escolas e os projetos vigentes são ineficientes, consequentemente desestimulando os alunos e desvalorizando os cientistas brasileiros. Dessa forma, é inaceitável o desprezo a esse ramo essencial no desenvolvimento da sociedade.
Ademais, cabe salientar que outra dificuldade enfrentada é a questão da inércia por parte do Estado. De acordo com o pensador Friedrich Hegel, “o Estado deve proteger seus filhos”. Dessa maneira, infelizmente isso não acontece porque os investimentos são insuficientes, devido aos cortes de gastos, assim afetando o bem-social, posteriormente desprotegendo seus cidadãos, pois a ciência é importante na evolução de todas as áreas presentes. Logo, é inadmissível a omissão dos órgãos competentes que deveriam zelar pela população.
Depreende-se, portanto, a necessidade de valorizar a ciência no Brasil. Para tanto, o Ministério da Educação (MEC), setor responsável pela educação do povo, devem ministrar palestras por meio de campanhas publicitárias, objetivando amenizar os transtornos relacionados ao impasse. Além disso, compete ao Governo Federal, encarregado da administração em todo território nacional, enviar maior investimento por intermédio de projetos que evite o corte de verbas, a fim de construir uma nação avançada cientificamente.