A desvalorização da ciência no Brasil
Enviada em 20/09/2020
No século XVI, a Revolução Científica trouxe avanços à humanidade inimagináveis na época, dado que, além de romper com os dogmas da época, ascendeu um crescimento exponencial do desenvolvimento da Europa. Por esse contexto, é evidente que a valorização da ciência possui relação intrínseca ao progresso de uma nação pelo fato de proporcionar novas descobertas e, tendo como consequência, trazer um superávit econômico. Logo, urge a necessidade de reverter a realidade nevrálgica da desvalorização da ciência no Brasil.
Primordialmente, a dignificação da ciência permite a criação de instrumentos extremamente úteis à sociedade. Progredindo esse postulado, no contexto de Guerra Fria, o investimento brutal em pesquisas científicas resultou em espetaculares invenções, como: câmera fotográfica e filtro de água, demonstrando isso com precisão. Seguindo essa lógica, torna-se indubitável que esse processo, debilitado no pais, trás invenções inéditas que, haja vista o atual uso destas, agem diretamente na evolução da nação, assim, mostrando-se de suma importância para o Brasil que medidas sejam tomadas sobre tal problemática.
Por conseguinte, tal conjuntura opera como um vetor de arranque na economia. Extrapolando essa proposição, no período anterior a primeira Revolução Industrial, o engenheiro físico James Watt recebeu patrocínios em sua obra que, pouco depois, seria a máquina na qual baseou-se este fenômeno, o motor à vapor, conformando veementemente com o supracitado. Nesse sentido, é irrevogável o poder impulsionador do meio científico no fluxo de riquezas, dessa forma, concordando com a relação entre este e a amplificação do poder de uma nação, vislumbrando, assim, um dos fatores responsáveis atraso do Brasil nesse viés.
Infere-se, portanto, que a depreciação do meio científico no país gera um terrível déficit no desenvolvimento. Por isso, cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, no intuito de transformar a nação em potência intelectual, incentivar a produção daquele, de forma que os projetos ganhem maior suporte estatal, por meio da destinação pertinente de verba a esse nicho, de maneira que não só a iniciativa governamental mas também a privada possam investir nisso. Enfim, seguindo o legado das revoluções referenciadas.