A desvalorização da ciência no Brasil
Enviada em 29/11/2020
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), garante a todos os indivíduos o direito à saúde, educação, segurança e bem-estar social. No entanto, no cenário brasileiro, observa-se justamente o contrário quanto à questão da desvalorização da ciência. Nessa perspectiva, nota-se como o baixo investimento em ciências tecnológicas e a falta de interesse da população intensificam tal problemática.
Em primeiro plano, é importante destacar a falta de investimento na ciência nos dias de hoje. Recentemente, o governo Jair Bolsonaro aprovou o corte de 2 bilhões de reais de instituições federais, valor esse que era destinado à realização e manutenções de pesquisas técnicas. Diante disso, nota-se a desvalorização das ciências, uma vez que é notório a falta de relevância dos líderes governamentais sobre o assunto.
Simultaneamente, vale ressaltar a falta de interesse da população em relação à ciência. Segundo a pesquisa realizada pela revista Science, 1 a cada 4 pessoas acredita que produção científica não contribui para o país. Desse modo, é preciso destacar a falta laboratórios, proveniente da má educação e a pouca aplicação em estruturas educacionais, onde não é possível a integração e a prática experimental, surgindo então o desinteresse dos alunos.
Portanto, é demasiada importância que a desvalorização das ciências seja cessada. Baseando-se nisso, faz-se necessária a intervenção do Ministério da Economia, investir e cessar os cortes de verbas das ciências e tecnologias, para que o Brasil avance mundialmente com novas pesquisas científicas. Do mesmo modo, em companhia do Ministério da Educação, juntamente com o Ministério da Economia, por meio de investimentos, remodelar as instituições de ensinos com acesso a laboratórios de pesquisa para o desenvolvimento das ciências. Dessa maneira, aos poucos, dando espaço para um país prudente, efetuando, então, a Lei dos Direitos Humanos.