A desvalorização da ciência no Brasil

Enviada em 08/06/2021

O conceito de “Entropia”, da Física, mensura o grau de desordem de um sistema termodinâmico. No entanto, fora das Ciências da Natureza, no que concerne à questão da desvalorização da ciência no Brasil, percebe-se a configuração de um problema entrópico em virtude do caos presente na questão. Com efeito, evidencia-se a necessidade de promover soluções para evitar os cortes no orçamento de bolsas, motivado, principamente, pela insufiência governamental.

Primeiramente, o fato da Ciência não ser vista como uma prioridade no Brasil, caracteriza um complexo dificultador na resolução do problema. De acordo com o Jornal da Universidade de Campinas, desde de 2015, as universidades públicas estão tendo que ficar restrita apenas aos 20% do orçamento anual. Com isso, é possível observar que há uma política de altos juros para o investimento na ciência, o que dificulta sua valorização, já que tentam justificar os cortes para superar a crise enconômica no país.

Ademais, há uma insuficiência governamental como promotor do problema. Nesse perspectiva, John Locke, filósofo inglês defende que “as leis fizeram-se para os homens e não para as leis”. Dessa forma, percebe-se uma irresponsabilidade governamental referente à execução de ações que promovam o desenvolvimento e a valorização da ciência, que também precisam ser levados em cosideração, principalmente, para fins educacionais.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Para  isso, cabe ao Governo Federal liberar capital que, por intermédio por intermédio do Ministério da Educação, será revertido na ampliação do número de bolsas de mestrados e doutorados, somado a um orçamento fixo anual que será assegurado por um Projeto de Lei aprovado pela Câmara dos Deputados, para que os candidatos possam aproveitar seus anos de aperfeiçoamento contribuindo para o progresso científico em diversas áreas.