A desvalorização da enfermagem na saúde brasileira

Enviada em 05/10/2023

A partir do século XVI, com o início da colonização, o Brasil passou a utilizar o trabalho escravo com o intuito de extrair riquezas e lucrar. Analogamente, o atual sistema de saúde brasileiro utiliza dessa metodologia arcaica com os seus funcionários. Isso se deve ao fato das empresas explorarem seus contratados com altas cobranças e a subversão do Governo ao poder das elites. Nessa perspectiva, deve-se entender as causas e consequências, a fim de diminuir a desvalorização da enfermagem brasileira.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que o abuso das companhias está relacionada diretamente a cultura capitalista de competição e exploração, desvalorizando os demais. Sob esse viés, pode-se citar notícias do Jornal Contábil, mostrando que a maioria dos enfermeiros passa por longas jornadas de trabalho,além da falta de materiais adequados para os profissionais trabalharem, afetando o bem-estar físico e mental. Logo, constata-se a desvalorização do Governo com a saúde e seus profissionais e a necessidade urgente de mudanças a esse respeito.

Além disso, o próprio Estado, instituição que deveria proteger os cidadãos, acaba atuando como a favor da elite exploradora. Embora o artigo 1º da Constituição Federal de 1988 promova o direito à dignidade humana, isso não ocorre para os profissionais de saúde. O que realmente acontece é que, analogamente ao período colonial, um grupo de privilegiados dotados de poder financeiro e cultural influenciam em diversas áreas, como político e econômico. Ao conseguirem tal conquista, utilizam-se dessas estruturas para manterem esse sistema.

Pode-se dizer, portanto, que é de suma importância medidas para erradicar essa problemática. Para isso, o Estado, através do Congresso Nacional, crie um projeto de lei que diminua a tributação e paguem os seus funcionários adequadamente. Tal medida, criará condições mais dignas para os profissionais da vida e, dessa forma, é possível garantir que a enfermagem brasileira seja mais valorizada e que a exploração trabalhista fique apenas no período colonial.