A desvalorização das ciências humanas no Brasil

Enviada em 15/02/2022

Levando em consideração os aspectos da sociedade brasileira e os fatores que a norteia, tornou se notável a discussão da desvalorização das ciências humanas. Cabendo salientar seu objetivo diante da sociedade, a qual estuda os aspectos gerais da atualidade e do passado, mostrando a evolição do Homo sapiens no seu espaço. Além de apresentar pensamentos filosóficos que contribuí para os estudos e cura de doenças psíquicas.

Neste horizonte, o que torna as ciências humanas desvalorizada em comparação as ciências exatas é o menor retorno financeiro, além de pouco incentivo governamental e fraterno. Visto que, as humanas não atuam diretamente em sociedade e sim indiretamente na evolução humana.

Destarte, segundo o filósofo Émilie Durkheim a sociedade preciona o indíviduo a ter o melhor cargo, onde este há mais retorno e prestígio social, e será reconhecido e respeitado. Por conseguinte, os cargos ditos ‘‘respeitados’’ são em uma grande maioria das ciências exatas, atuando diretamente na comunidade, e não sendo um ‘‘desoculpado’’ como pessoas que ocupam cargos das humanas, este é infelizmente o senso comum que norteia os brasileiros.

Infere-se, portanto, que cabe o Poder Legislativo o incentivo dos alunos em engressar cursos das ciências humanas, como a inauguração de mais faculdades que abragem humanas perto dos estudantes, além de criar novos empregos para esses futuros profissionais com um mesmo retorno financeiro que os cursos das exatas ofertam. Desta forma, a pressão social em cima do indíviduo em escolher um curso com melhor retorno irá diminuir -segundo o que dizia o célebre filósofo Émilie Durkheim-, e a criação de mais universidades locais auxiliará na acessibilidade para o ingresso no ensino superior.