A desvalorização das ciências humanas no Brasil
Enviada em 02/06/2022
“Quem vive de passado é museu”, através deste ditado é possível observar que pode se tratar de uma forma de preconceito pelas quais as ciências humanas passam, muitas vezes colocadas como ciências de menos importância seu valor é constantemente diminuído em diversas instituições, seja por profissionais que equivocadamente lecionam tal área de forma maçante tornando tais matérias menos atrativas, ou pelo preconceito pré-estabelecido na sociedade para com essas disciplinas.
Nesse contexto, é necessário destacar o Brasil como país possui uma cultura diversificada, riquezas naturais, morfologias únicas e diferenciadas bem como uma rica história que muitas vezes não é abordada de forma correta pelos tutores que os tornam em assuntos tediosos. Diante dessa premissa a maneira de lecionar as ciências humanas demanda inovação, com reinvenção de métodos arcaicos para a construção de um pensamento crítico nas futuras gerações para a formação de uma sociedade democrática e produtiva. Sob essa perspectiva o educador brasileiro Paulo Freire afirma, “ a educação sozinha não transforma o a sociedade, mas sem ela tampouco a sociedade muda”. Logo é necessário que formulas de ensino também mudem.
Da mesma forma, se faz imprescindível trabalhar contra um preconceito já estabelecido na sociedade, que rotula as ciências humanas com grau de menos importância. Ditados populares, crenças sociais, métodos de ensino antigos, desvalorizam o sentido de matérias como história, geografia e filosofia, vitais para a formação de um cidadão. Consoante ao historiador e geografo grego Heródoto “ é necessário pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro”. Assim, a valorização por igual de todas as ciências é o caminho para evitar novos erros que já foram cometidos e desenvolver a democracia.
Portanto o Ministério da Educação, atraves de cursos de capacitação, deve incentivar professores a usar metódos inovadores de ensino para que as materias menos atrativas sejam mais divertidas para ambos os lados. Assim será possível tambem romper o estigma social estabelecido e os jovens aprenderão de forma extrovertida tudo aquilo que forma a sua própria existência e a de seu país.