A desvalorização das ciências humanas no Brasil
Enviada em 06/03/2022
Na Pré-história, as pessoas usavam sangue, misturas fecais, dentre outras substâncias para desenharem, nas paredes, situações do seu cotidiano. Sendo assim, atualmente, temos provas de que indivíduos existiram naquele determinado local, por causa das ilustrações. Dessa forma, a desvalorização das ciências humanas no Brasil acarretaria o esquecimento, da população, sobre acontecimentos passados. Por isso, é importante a presença de dois fatores: a constância da repetição dos fatos e a participação dos jovens em estudos.
De acordo com Edmund Burke " Um povo que não conhece sua história está fadado a repeti-la", isso significa que se algo acontece em um momento, e passa um determinado período, as pessoas podem relevar o ato fazendo com que ele possa se repetir. Sendo assim, isso vira um problema, pois se o erro se repete a sociedade brasileira não “melhoraria”, ou seja, ela estaria sempre na mesma barreira. Por causa disso, a constância da repetição dos fatos vira um fator importante.
No período do Renascimento muitas pessoas foram financiadas para produzirem suas obras, os mecenatos, esses são lembrados em todos os momentos por suas grandiosas artes. Além disso, eles são como inspirações para as pessoas realizarem estudos sobre uma estipulada área, um exemplo disso foi Michelangelo, um artista que pintava detalhadamente o ser humano. Atualmente, na nação brasileira, a participação dos jovens, em estudos, ajuda a descoberta e acréscimo de conhecimentos passados, como o de Michelangelo. Isso é bom porque mantém conectados e presente a memória dos estudos.
Portanto, o Ministério da educação deveria propor as escolas mais atuação dos jovens em projetos de conhecimento das ciências humanas, sendo passeios; para museus ou centro históricos, apresentações de trabalhos e pesquisas, como agentes que contribuiriam para a repetição dos fatos, e assim fazer com que não aconteça o erro de esquecer as pinturas da Pré-história.