A desvalorização das ciências humanas no Brasil
Enviada em 17/03/2022
Segundo o filósofo alemão Friedrich Nietzsche,a tarefa da educação,no caso do indivíduo é torná-lo firme e crítico.Entretanto,no hodierno cenário brasileiro,essa concepção não é efetuada corretamente uma vez que a desvalorização das ciências humanas ocasiona divergências no corpo civil.Destarte,é imperioso destacar o corte de verba sofrido por cursos da área e o sentimento de desvalorização comparado ao de supervalorização de exatas e biológicas.
Diante desse cenário,observa-se que a desvalorização das ciências humanas no Brasil é motivado pela valorização de outras.Acerca disso,de acordo com o senso comum,profissões vinculadas à exatas e biológicas,como médicos,veterinários e engenheiros, promovem um retorno benéfico rápido à sociedade contrapondo-se às profissões vinculadas à área de ciências humanas que promovem um benefício para a mente humana e que não é tão perceptível no mundo atual,já que tais vantagens devem sempre estar relacionada à algo que a população possa consumir.
Paralelamente à isso,tem-se o corte de verbas nos cursos dessa área e o seu impacto.O governo Bolsonaro promoveu cortes na área das ciências humanas,que é responsável pela formação crítica do ser humano afinal,por exemplo,através do estudo da história uma pessoa pode analisar os erros,que prejudicaram outros, cometidos por sua nação para que não ocorram novamente.Portanto,ao diminuir o investimento nessa ciência,a chance dos cidadãos se tornarem alienados frente ao erros governamentais e com pouco senso crítico aumenta.
Percebe-se,portanto,que as ciências humanas representam um fator importante para a formação do cidadão.Assim,cabe ao Ministério da Educação promover uma maior valorização dessa área por meio de maiores investimentos,principalmente em cursos,com o intuito de contribuir para que a população brasileira tenha um pensamento crítico e busque o o bem comum.