A desvalorização das ciências humanas no Brasil

Enviada em 21/03/2022

Segundo Paulo Freite, o ensino crítico é fundamental para que o aprendizado seja transformador. Dessa forma, por prejudicar o processo de aprendizagem, a desvalorização das ciências humanas no Brasil se apresenta como um problema a ser sanado. Isso ocorre, seja pela ineficiência do Estado, seja pela pouca formação do brasileiro médio. Assim, a solução dessa questão é fundamental para que a educação promova a igualdade social.

Nessa perspectiva, acerda da valorização dos estudos humanos, é valido retomar esse asunto quanto a inoperância das esferas de poder. Segundo portal “G1”, a recente alteração na lei Rouanet, desistimulas empresas a investir em eventos culturais, reduzindo, assim, drasticamente o recurso capitado parar esses eventos. Isso ocorre devido a omissão do Estado, uma vez que a secretaria responsável pela pasta se posicionou favorável à alteração, ignorando os apelos da classe por ela representada. Consequentemente, o contato com atividades das ciências humanas fica cada vez mais restrito ao ambiente academico, contribuindo ainda mais para marginalização da parcela mais pobre da sociedade. Esse contexto de inoperância das esferas de poder pode ser exemplificado pela teoria das instituições zumbis, do Bauman, que as define como presentes na sociedade mas inoperantes. Assim, é preciso que, para refutação da teoria do estudioso polonês, a questão seja tratada.

Paralelamente ao descaso do Governo, é fundamental o debate acerca da baixa instrução do brasileiro. Isso ocorre porque as escolas geralmente têm um metodo de ensino mais conteudista de modo que o aluno se preocupa apenas em decorar conteúdos para passar em provas. Tal conjuntura vai contra a teoria da Consciência Crítica do Educador Paulo Freire, que acredita que o ensino deve abranger várias areas do conhecimento, de forma a desenvolver no aluno a capacidade de questionamento. Seguindo o metodo do professor, a Pátria Educadora irá compreender o valor dos cursos em qestão.