A desvalorização das ciências humanas no Brasil

Enviada em 23/05/2022

Na atualidade, os questionamentos que estão dividindo as opiniões dos lecionadores, educadores e até mesmo dos estudiosos das áreas, seria a desvalorização das ciências humanas no Brasil.

Com o uso das tecnologias, uma vida extremamente acelerada, sem tempo para pensar sobre tudo que envolve os acontecimentos e o desenvolvimentos de mais e mais máquinas, computadores e a necessidade de ganhar dinheiro, todas as ciências que estão voltadas para este objetivo perderam as suas forças. Segundo pesquisas recentes que estão embasando as decisões dos governantes tanto do Brasil como também do Japão, não há empregos para as pessoas das áreas das humanas, como para das exatas.

Fato esse que desmotiva os investimentos dos setores sociais, apesar de que, quando pesquisamos sobre as histórias dos primeiros pensadores, lemos Tales de Mileto, Pitágoras, Heródoto e outros. Foram filósofos na sua origem pedagógica, profundos estudiosos de outras áreas, dessas sempre lembramos de matemática, história e outros. Já no nosso tempo também temos filólosofos, que pelas mídias socias se tornaram conhecidos, como: Mário Sérgio Cortella- Professor, Escritor e Filósofo. Este adimirado e seguido defende fervososamente que precisamos do engajamento com as ciências humanas como uma questão de sobrevivência nessa “Selva de pedra” que habitamos.

Sendo assim, podemos concluir que é sim uma ciência necessária para o desenvolvimento completo, como sociedade de convívio consigo e com os demais. Devemos usar nossos recursos tecnológicos e intelectuais para disseminar a importância gerando discussões saudáveis e de confrontamento, algo que é defendido por pensadores desde o ínicio da história humana.