A desvalorização das ciências humanas no Brasil

Enviada em 07/07/2022

O novo ensino médio propõe uma carga horária maior para as áreas de ciências biológicas e exatas, diminuindo consideralvelmente as aulas das ciências humanas. Diante dessa persectiva, a desvalorização das ciências sociais continuam aumentando em nossa sociedade, perdendo o seu real valor e tendo como consequências injutiças vindas do Governo e um grande impacto social que só tende a deixar as pessoas seres menos críticos.

Em primeiro plano, a charge publicada pelo site “Laerte” demonstra que a diminuição de investimentos nas ciências sociais delimita o pensamento do homem enquanto sociedade, pois se tem um menor conhecimento sobre política e cultura, por exemplo. A charge que apresenta uma palestrante dizendo: “precisamos evitar o pensamento único” e é interropida por um homem que pergunta sobre o que ela quis dizer com a palavra “pensamento”, evidencia que a desvalorização das ciências humanas torna os homens da população seres que possuem menos capacidade de entender o seu entorno e os torna menos críticos.

Em segundo plano, o jornal Folha de São Paulo publicou que a negligência governamental que diminuiu as verbas e investimentos em faculdades de ciências humanas, priorizando e aumentando consideravelmente os outros tipos de faculdade, além de gerar uma diminuição exponencial de trabalhadores nesta área, delimita o conhecimento das pessoas, pois como a professora Danielle Silva da Universidade de Harvard diz: “Sem os conhecimentos das ciências humanas não é possível entender a sociedade”.

Dado o exposto, o a falta de avanço crítico da sociedade brasileira é resultante da diminuição de investimentos nesta ciência. Por isso a divulgação em mídias e redes sociais, juntamente com o aumento de gastos financiados pelo Ministério da educação e a valorização proveniente do governo sobre a área de humanas, pode significar a longo prazo um maior desenvolvimento da nação, diminuindo as taxas de desemprego e ajudando nas construções de novas tecnologias.