A desvalorização das ciências humanas no Brasil
Enviada em 23/09/2022
Com o fim da idade média têm-se o avanço de práticas comerciais e assim, o conceito de geração de riquezas, com isso, a população mundial assistiu a desvalorização do ser humano, representada pelo preconceito com quem não se submetesse aos modos de produção e aos anseios do grande capital, em contraponto a valorização capital é rpresentada pelo monopolismo. Hoje submetidos aos mesos meios, a população acaba por repetir as demandas do capitalismo e se abstem de suas necessidades.
Sob essa perspectiva o estímulo ao consumismo ao mesmo tempo que gera capital à uma nação, como o Brasil, permite a perpetuação de preconceitos, como por exemplo, para com profissões da área de humanas que não permitem uma remuneração tão alta quanto outras áreas, logo, as mesmas acabam sem visibilidade, podendo levar a eliminação desses profissionais. Paralelamente essa situação pode causar insatisfação e falta de realização profissional em boa parcela da população que busca essa área no mercado de trabalho.
Além disso, a necessidade de atuações nessa área é demonstrada em momentos de crise, como ocorreu durante a pandemia da SARS-COV2, quando a busca por entretenimento ( artes ), como também por psicólogos, sociólogos, historiadores, entre outros profissionais, que atuaram para que a população conseguisse de manter em quarentena.
Portanto, concluí-se que, a busca pela geração e acúmulo de riquezas permite o desenvolvimento do país, porém, se não são consideradas as necessidades de um povo, a nação se perde em sua própria busca, podendo ter seus habitantes insatisfeitos e infelizes. Ademais, a perpetuação de preconceitos para com alguns cursos não colabora com a diversidade. Espera-se que medidas como a utilização das mídias sociais para campanhas de visibilidade dessas profissões , demonstrando à todos a importância das mesmas e com isso sejam valorizadas.