A desvalorização do trabalho voluntário no Brasil
Enviada em 27/03/2021
A Constituição federal de 1998, documento jurídico mais importante do país, prêve em seu artigo 6 o direito social como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal perrogativa não tem se reverberado com enfasê na prática quando se observa a desvalorização do trabalho voluntário no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização deste direito social tão importate. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, deve ressaltar a ausência de medidas governamentais combater a desvalorização do trabalho voluntário. Nesse sentido, torna-se evidente que nossa sociedade é muito desigual . Essa conjutura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se com a violação do “contrato social” já que o estado não cumpra sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, com o social, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais é fundamental apontar uma desigualdade de classe em nossa sociedade, mas com ajuda das escolas incentivando os jovens a fazer trabalhos voluntários podem proporcionar atitudes futuras como impulsionador da desigualdade do trabalho voluntario no Brasil. Segundo Nelson Mandela “a educação é arte mais poderosa para mudar o mundo”. Diante de tal exposto é notorio perceber que a educação é muito importante com ajudar dos jovens promover ajudar pessoas carentes. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Deprende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério Federal por intermédio de modo a promover ações que possa ajudar as pessoas carentes. Afim de finalizar com a desvalorização do trabalho voluntário. Assim, se consolidára um sociedade mais igualitária onde o estado desempenha corretamentemente seu “contrato social” como afirma john Locke.