A desvalorização do trabalho voluntário no Brasil
Enviada em 25/03/2021
O voluntarismo no Brasil
Apesar das 7,4 milhões de pessoas no Brasil, apenas 4,4% delas praticam o trabalho voluntario, a caridade e a empatia com o próximo. O voluntarismo parte de pessoa para pessoa, de acordo com a ONU caracteriza-se por ‘o jovem, adulto ou idoso que, devido ao seu interesse pessoal e seu espírito cívico, dedica parte de seu tempo, sem remuneração, a diversas formas de atividade de bem estar social ou outro campo".
O trabalho voluntário a princípio era muito desvalorizado, pois as pessoas pensam mais em si mesmas do que no outro e o capitalismo contribuiu para isso, as transformando em pessoas egoístas e muitas vezes hipócritas. Mas infelizmente esse tipo de gente ainda existe, eles usam o voluntarismo como desculpa para se passar de bom moço e com isso as pessoas os verem de forma atraente.
Em 2016 a porcentagem aumentou mais de 12,6% de pessoas que ajudaram e praticaram a voluntariedade e com a ajuda de vários programas de rede nacional falando sobre, o público se interessou e começou a fazer doações, saíram para as ruas dando comida, roupas e até mesmo brinquedos que não se usavam mais para as crianças. Tendo em vista que mais de 81% da população são moradores de ruas, o número de pessoas que vieram fazer trabalhos voluntários aumentou mais ainda. E em 2020 ele chegou há 90,7% da população.
Porém com a situação do país atual em estado de pandemia, causado pelo covid-19 o número de voluntariados caiu novamente, devido ao estado de alerta e pânico de não poder fazer “contato” com outras pessoas, o voluntarismo que estava indo com grande sucesso decaiu de forma drástica. As pessoas não conseguiram ajudar os sem tetos, por não estarem recebendo e então não terem condições de fazer uma cesta básica ou alguma outra coisa.
Mas com a ajuda de propagandas, palestras, post nas redes sociais, programas de televisões e doando para ONGs podemos chamar a atenção de mais e mais pessoas para a prática do voluntarismo, e com isso, ajudar mais pessoas necessitadas que não se tem aonde morar.