A desvalorização do trabalho voluntário no Brasil

Enviada em 26/03/2021

Voluntariarismo, educaçao como base

De modo ficcional, o filme “Redenção” retrata sobre a história de um homem que dedica-se ao trabalho voluntário na África após sair de uma prisão e deixar o vício em drogas. Apesar de ser uma ficção, na realidade, tais ações voluntárias também são capazes de mudar a vida de parte da população brasileira. Entretanto, ainda existe uma desvalorização de tal prática solidária, pois ela necessita de maior apoio do sistema educacional e digital.

Em primeiro lugar, é preciso destacar que a escola desempenha um papel fundamental na prevenção da desvalorização do trabalho voluntário. Nesse sentido, segundo o dirigente político Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”, podendo, portanto, promover a participação dos jovens na ajuda à população carente. Isso mostra que, em um país com alto grau de desigualdade social, é preciso dar importância ao trabalho voluntário por meio do sistema educacional.

Além disso, é importante destacar que a contribuição dos influenciadores digitais na divulgação do movimento voluntário também é muito baixa, o que também dificulta a difusão da prática da solidariedade. Em outras palavras, de acordo com o empresário Steve Jobs, “a tecnologia mudou o mundo”. Portanto, deve-se destacar que o uso técnico das redes sociais é fundamental para promover uma maior participação voluntária no país.

Portanto, diante da preocupante falta de carinho do voluntariado, o Ministério da Educação (responsável pela qualidade da educação brasileira) tem a responsabilidade de estimular as escolas a organizarem movimentos de solidariedade por meio da participação voluntária de alunos e do auxílio de influenciadores digitais através da divulgaçao. Além disso, poderiam ser implementadas leis que forçasem de certa forma o trabalho voluntário.