A desvalorização do trabalho voluntário no Brasil

Enviada em 10/05/2021

Com o advento da globalização a informação se tornado uma das “armas” mais poderosas. Portanto, a sua ausência é prejudicial, uma vez que não se tem conhecimento sobre o que acontece no mundo, a ajuda não é necessária. Porém, isso não é verdade, já que o trabalho voluntário é indispensável e precisa ser reconhecido. Dessa forma, vale destacar que as principais causas dessa desvalorização, são: a falta de políticas de incentivo à realização dessa atividade e a questão economica do país, que impacta na disparidade social.

Nesse âmbito, é preciso pontuar, de início, que para o indivíduo se mobilizar por uma causa é fundamental ser exposto aos fatos, ou seja, ser impactado pela realidade. Diante dessa perspectiva, com o sentimento de empatia “aflorado”, a pessoa contribuirá voluntariamente para defender e ajudar, da maneira que puder. A exemplo disso, faz-se analogia, com a campanha, “Salve o Ralph”, a qual tem o intuito de mostrar as barbáries que os animais sofrem com os experimentos científicos - teste de medicamentos e cosméticos - essa utilização já é feita a anos, mas com a apresentação desses atos, a população se juntou para acabar com essa problemática. Com isso, fica evidene a necessidade de ações que estimulem esse senso de compaixão.

Além disso, cabe ressaltar que o Brasil tem uma economia “quebrada”, devido as inflações ocasionadas pelo endividamento. Em virtude do passado histórico, salienta-se, a epóca da Ditadura Militar com a construção das obras faraônicas - grandes infraestruturas, como a usina de Itaipu - que tinha como objetivo o desenvolvimento do país, entretanto, contribuíram para uma maior crise por conta dos empréstimos. Diante disso, ocorre o aumento da inflação que, por conseguinte, agrava a desigualdade, assim, a classe baixa não pode fazer doações e nem contribuir com mão de obra, pois não tem tempo, já que precisam trabalhar o máximo para garantir a própria subsistência.

Em suma, medidas são imprescindivéis para que seja um trabalho mais valorizado. Logo, cabe ao Ministério da Educação criar campanhas, que informem o que está acontecendo e a importância da situação. Tal ação deve ser feita por meio das mídias sociais e redes de comunicação, com o fito de mobilizar mais pessoas. Ademais, cabe ao Ministério da Economia negociar, planejar e criar projetos - que contribuem para maior arrecadação de dinheiro. Tal ato deve ser realizado por meio de reuniões com economistas e administradores, a fim de quitar a dívida e assim reduzir a grande desigualdade possibilitando que mais indivíduos ofereçam mão de obra voluntária.