A digitalização da economia
Enviada em 24/05/2021
O congelamento das poupanças, no governo Collor, provocou um efeito negativo no bolso das pessoas e no imaginário. Uma vez que, no Brasil, é comum as pessoas repelirem à ideia de aplicações em fundos ou individuais. Apesar disso, devido à evolução tecnológica, a economia está cada vez mais digital, o que dá segurança ao investidor. No entanto, a educação financeira é precária. Portanto, cresce de importância debater sobre o assunto, para reverter o cenário em vigor e gerar qualidade de vida.
Primeiramente, é preciso compreender que as tecnologias financeiras estão presentes, sobretudo, no que tange à renda variável, como é o caso da plataforma “Profit”, da Nelogica, a qual possui uma variedade de indicadores como médias móveis, volume financeiro, desvio padrão, correlação, variância, entre outros. Ademais, o programa utiliza algorítmos, logo corrobora com o processo decisório e gera segurança. Assim sendo, a própria qualidade de vida é melhorada, dada possibilidade da inclusão de uma nova fonte de renda para aquele que investe, cuja necessidade ficou evidente, especialmente em tempos instáveis, como o atual cenário pandêmico, em que pessoas perderam seus empregos e ficaram à merce do auxílio emergencial para sustentar às suas famílias.
Em um segundo momento, é preciso perceber que a educação financeira é precária e, sem ela, é inviável permear o mundo dos investimentos, tão hostil aos ignorantes do tema. Tal fato, é resultado da inexistência de uma matéria voltada exclusivamente ao aprendizado de tal assunto no ensino médio e fundamental. Desse modo, o contato com esse tipo de conteúdo fica à disposição da sorte de encontrar algum anúncio na internet ou conhecer a alguma pessoa que entenda do tema. Portanto, é necessário haver educação financeira na educação básica.
Destarte, é preciso que o Ministério da educação invista no ensino da educação financeira no ensino básico, a fim de melhorar à qualidade de vida dos cidadãos. Para isso, faz mister a inclusão de aulas que expliquem o passo a passo para investir, mas também que os assuntos sejam explorados escalonadamente. Isso só será possível caso os docentes possuam experiência teórica e prática. Feito isso, a educação acerca do tema crescerá e, a reboque, o fantasma que permeia ao imaginário popular e repele aos investimentos, oriundo do governo Collor, será neutralizado. E, com efeito, a qualidade de vida aumentará, por meio da inclusão de uma nova fonte de renda nos núcleos familiares.