A digitalização da economia
Enviada em 23/02/2021
Desde a década de 70, quando houve um intenso desenvolvimento tecnológico no Vale do Silício nos Estados Unidos devido à Guerra Fria, a digitalização está cada vez mais presente. Por conseguinte, a economia torna-se mais pragmática e instantânea. Todavia, as informações pessoais devem ser zeladas acima do lucro das companhias. Portanto, a digitalização da eonomia de maneira descontrolada consiste em invadir o espaço privado do corpo social.
Em primeira instância, consoante com Zygmunt Bauman, a utilização da tecnologia nas diversas esferas sociais como a economia é um reflexo da liquidade contemporânea. Assim sendo, a web é um espaço pouco confiável, quando associada às informações privadas dos internautas, ou seja, é um local que não possui uma base sólida de segurança de dados. Logo, o capitalismo digital não é seguro suficientemente para que seu pleno desenvolvimento ocorra.
Outrossim, uma tecnologia denominada Algoritimo, que é utlizada mapear as preferências dos usuário, viola o princípio de livre arbítrio, uma vez que o usuário será persuadido a consumir o mesmo tipo de conteúdo. Nesse sentido, o capitalismo deve ser marcado pela diversificação e não pela homogeinização. Em síntese, a tecnologia utilizada no âmbito econômico ultrapassa os limites éticos.
Em suma, para mitigar essa problemática a Organização das Nações Unidas(ONU), como um orgão de segurança internacional, deve organizar uma instituição especializada na economia digital e voltada para questões éticas e segurança de dados. Isso pode ser efetivado por intermédio de sedes em diversos países que se comprometam em desenvolver essa modalidade de economia da maneira mais transparente possível. Ademais, esse orgãos devem realizar fiscalizações constantes. Só assim, a população estará mais segura e terá o direito de escolha.