A digitalização da economia

Enviada em 03/03/2021

De acordo com o documentário “Nós que aqui estamos por vós esperamos” o mundo vive em uma intensa transformação. Hoje no século XXI a realidade é a Revolução Técnico-Cientifica que se expande exponencialmente desde a Guerra Fria. Com todas essas mudanças, todos os meios tiveram de acompanhar, principalmente a economia, o que trouxe consigo o fácil acesso às informações e uma grande globalização das mesmas, mas ainda marginaliza aqueles que não tem acesso as maravilhas do mundo multipolarizado.

Sobre o referido exposto, segundo o sociologo Castells a população mundial se encontra em uma sociedade em rede. Em síntese, todas as coisas e lugares estão conectadas pelas mídias sociais, logo o âmbito econômico com a comercialização de bens e serviços tambem está. Certamente, a digitalização da economia beneficia muitos mas inclui poucos, pois, cerca de 19% da populção brasileira não possui educação digital e 46 milhões da nação não têm condições de ter internet em casa, confome a Agência Brasil. Indubitavelmente, isso expoem a falta de democratização e acessibilidade a economia digitalizada.

Ademais, é imperativo ressaltar o termo “Darwinismo Social” que significa que as empresas ou bancos que não se adaptarem a era tecnológica ficarão para trás. Decerto, o avanço de aplicativos, dados e sites atingem a maioria, apesar de excluir certos grupos, trazendo maior facilidade na conexão em diferentes formas de comércio, desse modo, faz crescer os projetos empresariais e as competições entre os negócios que acompanham a nova ordem mundial, assim também, confirma a frase do grande empresario Steve Jobs que diz " A tecnologia move o mundo".

Portanto, é imprensindível que a comercialização digital cresça em conjunto da plena inclusão social. É de extrema importância, que o Governo Federal implante projetos de integração tecnológica para jovens, crianças e adultos nas instituições de ensino e ofereça nelas internet gratuita em todo o país. Com isso, a economia avança de forma igualitária e todos poderão consumir os “bens do capitalismo” de maneira justa.