A digitalização da economia

Enviada em 09/03/2021

No contexto da Primeira Revolução Industrial, ocorreram várias mudanças nos setores fabrís, observa-se a troca do homem pela máquina, fato que gerou a indignação e a revolta de muitos trabalhadores que perderam seus empregos. Com isso, na economia brasilera, nota-se um acontecimento equivalente ao ocorrido no século XVIII, em que o mercado consumidor evolui de forma que passe a ser gerido por programas e robôs, que tornam-se os novos “funcionários” das empresas, assim, substituindo os trabalhadores humanos. Por outro lado, essa digitalização facilita a interação do público consumidor com os produtos, o que traz novas formas de compra e de investimento.

A priori, o desemprego estrutural ocorre quando o número de pessoal qualificado para certa função é menor que o número de vagas. Consoante a isso, é possível observar, no contexto das Revoluções Industriais, o aumento deste tipo de desemprego, fato que gerou ações de protesto, como o Cartismo e o Ludismo. Dessa forma, nota-se uma equivalência nos acontecimentos do passado e da atualidade, em que os trabalhadores tem seu espaço ocupado por máquinas que realizam suas funções com mais eficiência e menos custos adicionais. Assim, é necessária uma medida que busque qualificar mais a população, para com isso, barrar o aumento desta problemática.

A posteriori, a Globalização, trouxe para o mundo atual o “encurtamento das distâncias”, consequência direta desse mercado digital, que facilita a interação do consumidor com o produto. Nesse sentido, é possível notar em comerciais de lojas virtuais, a intenção de mostrar a rapidez da compra e da entrega dos produtos adquiridos, em que a o indíviduo clica em comprar e em pouco tempo a mercadoria já está em sua porta. Dessa forma, é notório que essa digitalização do comércio tem seu ponto positivo, no que se refere aos processos de interação, e de conforto entrgues ao consumidor, que o deixa com uma ideia de mais qualidade.

Portanto, a digitalização da economia mostra-se necessária, porém tem seu ponto negativo, que carece de medidas que alterem ese cenário. Em primeiro lugar, o Governo do Estado, em parceria com escolas e faculdades, deve promover cursos especializantes de forma gratuita para a população desempregada, e fazer parcerias com macro e microempresas na intenção de facilitar o ingresso dessa parcela da população nos setores de trabalho. Em segundo lugar, o Ministério da Educação, deve, por meio das escolas públicas, oferecer matérias e palestras com especialistas, que tragam informações sobre o cenário atual da economia mundial, para com isso, evidenciar para eles, o que irão enfrentar no futuro. Logo, seguindo tais parâmetros, a implementação da economia digital no país seria aceita de melhor forma pela população e pelas empresas.