A digitalização da economia

Enviada em 09/03/2021

A Quarta Revolução Industrial, iniciada na década de 90, trouxe para a humanidade diversos avanços no ramo técnico, científico e informacional. Certamente, as inovações trazidas por esse evento transformaram a indústria, desde a produção, ate à venda, e é inerente ao modo de vida atual da civilização humana. Contudo, uma alta velocidade de interações, perfis predefenidos e a efiência na fabricação corroboram para o aumento do desemprego estrutural bem como a redução da privacidade do indivíduo, sendo esses os entraves.

A priori, a cada nova era de evoluções, vários empregos deixam de existir, ou por se tornarem obsletos, ou porque sua efiência é muito inferior ao que máquinas produzem, por exemplo. Fazendo uma cronologia, no século XVIII um tear mecânico fazia o trabalho de vários tecelões, no século XX máquinário pesado para colheita e plantio de grãos, além disso, linhas de montagens de automóveis com robôs  no século XXI. Por consenquência desses fatores, o trabalho humano torna-se menos lucrativo, pois mecanismos automatizados, entregam mais mercadorias, em menos tempo, sem férias ou direitos trabalhistas. Dessa maneira, é inevitável esse tipo de desemprego, visto que em toda a história da humanidade, profissões desapareceram ou alteraram-se na história, entretanto, preparar-se é essencial tais mudanças.

Outrossim, a cada dia passado, mais dados são necessários para compor o perfil do usário, e esse controle é nocivo em certos casos. No filme norte-americano Matrix, o futuro é uma distopia controladada pela inteligência artificial, fazendo os humanos de escravos, e elaborando um mundo totalmente ilusiório dentro de suas mentes, com falsas sensações de livre arbítrio e consumo. Nessa perspectiva, as bases de dados das empresas são gigantescas, constituidas de intens de buscas, produtos desejados, filmes, jogos, contas bancárias, e muito poder controlado e oculto nas mãos de poucas pessoas não é nada seguro.

Portanto,  medidas são necessárias para mitigar as problemáticas supracitadas. Cabe ao Ministério da Educação, resposável pela educação nacional, a promoção de palestras que orientem quais os empregos em alta no fututo, como áreas de especialização em informática, através do uso de escolas de ensino fundamental, médio e superior, a fim de diminuir a ignorância e esclarecer quais camminhos a seguir perante a pauta. Destarte, as empresas devem ter tranparência em relação a todos os dados usados e catalogados dos usuários, com intuito de passar maior segurança ao armazenamento dessas informações, pressionadas pela lei do Marco civil da Internet, onda há a exposição dos direitos e deveres nesse vasto mundo.