A digitalização da economia
Enviada em 05/04/2021
Durante o período moderno, os absolutistas implantaram um sistema monetário que revolucionou as relações comerciais que ocorriam no reino. Atualmente, observa-se uma situação análoga, posto que a modernização do setor financeiro também tem provocado mudanças na sociedade. Com base nisso, é imprescindível pontuar como impactos da digitalização economica: a acentuação da exclusão virtual, bem como a evidenciação do cenário desfavorável a promoção de starups -empresas de tecnologia- no Brasil.
Em primeiro lugar, cabe salientar que de acordo com um censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ainda em 2020 cerca de 38% dos domicílios do país não possuiam internet disponível. Tal pesquisa preocupa, pois revela a vulnerabilidade dessas pessoas, visto que são privadas das oportunidades formentadas pela digitalização da economia, como por exemplo, acesso novas fontes de renda, por meio da oferta de vagas para prestação de serviços e ampliação do nincho de negociações da microempresas por intermédio do e-commerce. Logo, nota-se a importância de incluir digitalmente esses os indivíduos, pois só assim eles poderão maximizar as possibilidades de ganho financeiro promovidos pela modernidade.
Além disso, vale ressaltar que o mercado brasileiro é um ambiente hostil para fundação de starups, empresas cruciais para a modernização da economia. Essa conjuntura pode ser comprovada ao analisar os tecnopólos disponíveis no país, uma vez que ficam restritos nas universidades do país, por conseguinte, a promoção de pesquisas inovadoras ficam limitadas aos corpo acadêmico. Portanto, é nescessário democratizar o acesso ao centros de tecnologia, afim de construir uma nação favorável ao desenvolvimento de soluções inovadoras que, consequentemente, que corroborem para o progresso financeiro.
Portanto, diante dos entraves que prejudicam a digitalização da economia no país, os Ministérios da Educação e Economia devem investir na realização de um concurso entre os alunos do ensino médio público. Para isso, as escolas serão equipadas com salas de informática e professores de educação financeira, eles irão promover oficinas com o intuito de orientar os alunos para que consiguam desenvolver protótipos de starups, que serão selecionados e apresentados na olimpiadas de empreededorismo jovem promovida pelo governo. Assim, os que se destacarem irão ganhar bolsa de estudo nas universidades federais, mediante a isso os alunos sairão das escolas preparados para empreender, além de serem incluidos no cenário da economia digital.