A digitalização da economia

Enviada em 28/03/2021

Na 4ª Revolução Industrial, as tecnologias adentraram à sociedade de maneira que a vivência se tornou dependente delas. À vista disso, a economia também entrou no precesso em foco, o que pode trasfigurar-se em um fato negativo para as empresas, ressaltando a mudança constante exigida e o prejuízo devido a não inserção no contexto tecnológico.

Em primeiro plano, evidencia-se a necessidade de inovação contínua das firmas. Isso ocorre, pois, com a facilidade ao acesso dos produtos pelos consumidores, os produtos consumidos, os anúncios relevantes e até mesmo os clientes mudam muito rápido, gerando a exigência das empresas se reinventarem. A realidade em questão se associa ao conceito de modernidade líquida, desenvolvido por Zygmunt Bauman, o qual afirma que, atualmente, as coisas são alterradas rapidamente, de modo que as situações não são solidificadas. Ligo, fica charo a inconstância no mercado, impondo as firmas a acompanharem a fluidez da tecnologia.

Em segundo plano, destaca-se o prejuízo de empresas que não acompanham o processo de digitalização da economia. Nesse cenário, ressalta-se o analfabetismo digital como o principal empecilho para firmas aderirem à tecnologia, já que há falta de auxílio para a realização de procedimentos digitais destinado à empresas antigas no mercado, a qual não possuem experiência com a nova economia. Tal fato relaciona-se ao que discorre Bauman sobre as teclogias serem um meio de facilitar a vivência, mas serem, concomitantemente, uma armadilha. Percebe-se, desse modo, que a dificuldade técnica no manuseio da digitalização da economia prejudica gravemente a sobrevivência das firmas.

Portanto, é indispensável que o Ministério da Educação promova o acesso às digitalizações aos empresários. A ação deve ser feita por meio de cursos, ensinando a relação entre mercado e tecnologias e a manusear tais ferramentas, a fim de inserir firmas à economia atual e capacitá-las para desfrutarem da 4ª Revolução Industrial.