A digitalização da economia
Enviada em 11/04/2021
Escambo, mercantilismo e Revolução Industrial. Antes as mercadorias eram trocadas, pautadas na subsistência, posteriormente, o acúmulo de capital tornou-se o principal objetivo da sociedade moderna. Ao decorrer dos séculos o homem aprimorou os meios de produção e desenvolveu tecnologias. Hodiernamente, em meio a tanto progresso no mundo da robótica e da indústria 4.0, a economia digital mostou-se necessária para sustentar as transformações do capitalismo global.
É importante destacar que tais tranformações econômicas tiveram como ponto fundamental de mudança a pandemia do coronavírus iniciada em 2020. Com isso, a digitalização, que seria introduzida no cotidiano contêmporaneo de forma gradual, se deu quase instantaneamente a partir do momento que o isolamento social tornou-se essencial. Logo, o consumo virtual cresceu virtiginosamente, mudando o caráter do mercado consumidor e fazendo com que indústrias se adaptassem rapidamente.
Assim, com o aprimoramento da Indústria 4.0, da inteligência artificial e a internet das coisas, fundindo o meio físico com o digital, foi necessário reiventar a maneira de fazer negócios. Contudo, com essas mudanças drásticas, nota-se a difilculdade de tributação desse novo modelo de negócio, com transações complexas e empresas sem sede física. Além disso, em um país tão desigual como o Brasil, essas novas tecnologias aumetam a marginalização social já existente, tornando a exclusão digital causa de desemprego por todo país.
A partir disso, o governo, junto dos principais representantes das indútrias, devem trabalhar em conjunto, regulamentando e tributando de forma justa esses novos modelos comerciais, afim de tornar viável, de forma ética e transparente a incoporação da economia digital e da integração tecnológica que a acompanha. Dessa forma, será possível usufruir, harmonicamente, dos benefícios que a era digital proporciona, garantindo a constante evolução do homem, como a ocorrida do escambo até os dias atuais.