A digitalização da economia
Enviada em 16/04/2021
A tecnologia representa uma das maiores evoluções da humanidade. Ao passar dos anos, novas inovações surgiram, interferindo em cada um dos ramos da vida no século XXI. Entre eles, encontra-se a digitalização da economia, que estabelece relação direta com as crises mundiais, mas ainda não é totalmente confiável.
Primeiramente, é necessário compreender a conexão entre ciência e colapso. Em 2020, a crise instalada pelo vírus COVID-19 foi uma das maiores dos últimos tempos. Como resultado, o número de investidores brasileiros na bolsa de valores dobrou, conforme estudo feito pela B3 (Brasil, Bolsa, Balcão). Tal fato é análogo à uma válvula de escape, nesse caso representada pelo capitalismo financeiro. Dessa forma, torna-se evidente o vínculo entre economia digital e crise mundial.
No entanto, esses novos investidores não encontraram um mercado estável e previsível. Assim, sem estudo aprofundado e pesquisas constantes, investir na bolsa de valores é um caso de alto risco. Isso pode ser observado no filme “O Lobo de Wall Street”, no qual um dos personagens, corretor da bolsa, explica a volatilidade do mercado e as oscilações constantes. Portanto, é irrefutável a ideia de que o capital financeiro é instável e imprevisível.
Assim, a digitalização da economia não é abominável, mas necessita de atenção redobrada. Para seu pleno funcionamento, é preciso promover diálogo entre governo e população, para que exemplifique sua função e como utilizá-la. Esses diálogos seriam efetivados por meio de palestras físicas e digitais, realizadas por membros voluntários para evitar gastos excessivos do Estado. Além disso, seria feito a distribuição do material exposto na palestra, para ser utilizado como fonte de estudo. Por consequência, seriam formados indivíduos mais preparados para lidar com as adversidades do mercado digital, resolvendo a maioria dos problemas relacionados a esse nicho.