A digitalização da economia

Enviada em 22/06/2021

De acordo com Steve Jobs, fundador da empresa Apple, “a tecnologia move o mundo”. Anolagamente, é irrefutável que nos últimos anos houve uma rápida evolução na digitalização da economia. Consequentemente, tal conjuntura sucedeu em uma maior velocidade nas transações, bem como, a ligeira necessidade dos indivíduos adaptar-se a essa realidade.

Nesse contexto, é imperioso destacar que ocorreu uma agilidade nas transferências bancárias. Sendo assim, temos como exemplo o “Pix”, um meio de pagamento criado no Brasil, que funciona de maneira instantânea. Desse modo, esses novos sistemas de transferências surgindo possibilita a eficiência entre as relações comerciais, promovendo mais fluidez econômica. Então, urge ao Estado a democratização do acesso a tais meios.

Ademais, os indivíduos são obrigados a ajustar-se a essa nova realidade. Diante disso, é válido referenciar o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, que, por sua vez, apresentou o conceito de modernidade líquida, o qual vivemos em uma era em que as relações e acontecimentos ocorrem de maneira veloz. Nesse sentido, os comerciantes precisam habituar-se ao comércio eletrônico, visto que a pandemia do Covid-19 mostrou que a tendência é que lojas físicas sejam fechadas, reabrindo-as na internet. Esse cenário, configura-se como desigual e segregacionista.

Portanto, medidas são necessárias para amenizar a desigualdade supracitada. Dessa forma, cabe ao Ministério da Economia criar um aplicativo por meio de parcerias com empresas de tecnologias. E, nele deve conter informações básicas para auxiliar o pequeno empreendedor frente a essa modernidade líquida citada, além de ferramentas que potencialize o seu negócio. Feito isso, espera-se frear as desvantagens impostas pela digitalização da economia.