A digitalização da economia

Enviada em 21/06/2021

A economia e a inovação sempre andaram juntas, e com o fluir das Revoluções Industriais surgiu também a necessidade da rapidez e praticidade. Além disso, o aceleramento da rotação do mercado exigiu a digitalização da economia, buscando o ganho da produção e sua automação facilitadora. Logo, a integração de diversos setores viria como consequência, gerando grandes plataformas inteligentes.

Nessa perspectiva, o dinheiro, principal agente econômico, também se agregou à tecnologia, descomplicando impasses econômicos que atingiam muitos trabalhadores. É explícito, enfim, o meio ágil que o PIX, meio de pagamento eletrônico insento a taxas bancárias, por exemplo, trouxe ao mercado. Por conseguinte, veio a abrangência e as possibilidades de investimentos trabalhistas, que concorda com o pensamento do sociólogo Bauman. Tal pensamento faz analogia a uma economia ligada à moda e ao pensamento da época, ou seja, moldável. Seguindo, assim, a lógica capitalista de consumo e empreendedorismo.

Nota-se, portanto, a predisposição na tomada das plataformas, o que gera certa sustentabilidade em cada um de seus usuários. Sem dúvida, essa transformação na forma de trabalho trouxe liberdade em cada empreendedor, visto que não é mais necessário o aguardo da retomada do giro capital empresarial em casos de crises econômicas. Em síntese, cada pessoa é uma instituição.

Frente a essa realidade, é indubitável a inclinação tecnológica presente no cotidiano de cada indivíduo, e que as empresas ou ‘‘instituições independentes’’ adaptadas a isso crescem todos os dias. Diante disso, a presença da automação também se expande, até mesmo simplificadamente devido ao acesso cyberfísico, cujo hoje se encontra em smartphones, telesivos e computadores. Assim, com a finalidade de incurtar as distâncias, a tecnologia cumpre os critérios da globalização e da positiva sociologia de Bauman, a qual se submete ao cunho evolucional em cada sociedade.