A digitalização da economia

Enviada em 20/06/2021

Entende-se como economia digital a incorporação da internet, das tecnologias e dos dispositivos digitais nos processos de produção, na comercialização e na distribuição de bens e serviços, sendo algo de imensa importância nesses últimos anos para empresas e sociedades. No entanto, de um lado as tecnologias proporcionam facilidade na vida dos indivíduos e vantagens competitivas às empresas, e do outro, podem trazer prejuízos a algumas pessoas. Tais fatos acontecem, principalmente, por causa da alta qualificação profissional e da educação. Assim, nota-se a necessidade de discutir acerca dessa questão, afim de propor soluções concretas que amenizem a situação atual.                                                       Decerto, as empresas atuais precisam inovar e se reiventar diante do novo contexto da revolução tecnológica, ou seja, elas buscarão profissionais altamente qualificados. Nesse sentido, a maioria das pessoas que buscam um emprego não possuem esse ‘’título’’, e consequentemente demoram para serem contratados, o que acarreta no número de desempregados. Sob essa perspectiva, o elevado número de desempregados leva a uma queda no consumo de bens e serviços, afetando todos os setores da economia. Dessa forma, essa procura por profissionais qualificados é um empecilho ao desenvolvimento da nação, pois apenas aumenta o desemprego.                                                                             Contudo, é preciso entender que, para que haja mais profissionais qualificados, é preciso melhorar a educação, pois apenas as pessoas que tiveram uma boa educação possuem qualificação. Ademais, segundo Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo, ou seja, é o primeiro passo para que quase todos os problemas mundiais sejam resolvidos. Desse modo, enquanto não for feito nada para resolver esse problema, a economia mundial estará condenada ao retrocesso.                                                                                                                                                    Portanto, a inoperância do governo frente à necessidade de melhorar o sistema educacional pelo mundo é um problema a ser mitigado. Para tanto, urge que o Ministério da Educação invista no sistema educacional e amplie programas já existentes, como o Future-se, que proporciona maior autonomia financeira a universidades e institutos federais. Isso ocorrerá por meio da captação de recursos próprios e ao empreendedorismo, afim de que essas instituições sejam mais independentes de recursos federais e menos suscetíveis a contingenciamentos nos gastos públicos. Somente assim será possível alcançar o objetivo de melhorar a educação pelo mundo.