A digitalização da economia

Enviada em 17/07/2021

A economia digital, decorrente dos avanços científicos da 4º revolução industrial, destaque-se pela incorporação da internet e suas tecnologias no processo de produção, comercialização e distribuição de bens e serviços. Numa tentativa de integrar-se a nova forma do capitalismo países subdesenvolvidos esbarram em problemas como, o baixo investimento nacional na área da informática e, consequentemente, a instabilidade das redes de comunicação marginalizando sua econômicaia nas relações internacionais.

Diante de um baixo incentivo governamental ao desenvolvimento da Tecnológia da Informática (TI) suas redes de integração ao sistema globalizado tornam-se obsoletas e inseguras impedindo, posteriormente, o patrocínio dos grandes investidores estrangeiros no território. Diante disso, não já debilitado sistema tecnológico do Estado ocasionam-se movimentos de “fugas de cerébros” para as nações que financiem suas pesquisas e, a partir de então, atraidos pela modernização bem como, pelas propostas de emprego não retornam ao país de origem ocasionando um vácuo profissional gradativo na área tecnológica.

Nessa perspectiva, o vázio de mão de obra qualificada no Estado repercute para toda a sociedade visto que, o serviço já sucateado se apresentará com grande instabilidade funcional para uma população e se vivenciará um sistema ainda mais eletizado, marginalizando-a das modernizações eficientes em processo . Diante do fato, Tom Goodwin nomeou como “Darwinismo digital” a medida que, decorrente das inovações digitais, somente prevalecerá no mercado de empreendimentos que se adapteem mais rápido a digitalização da econômica.

Depreende-se, portanto, que para consolidar a inserção da inteligência artificial no sistema administrativo é necessário que as instituições financeiras em conjunto com as economias desenvolvidas o processo de transição financeira nos países subdesenvolvidos por meio da transferência tecnológica e apoio monetário, a fim de se tornar possível a digitalização da econômica nas relações internacionais e, consequentemente, solidificar a nova forma do sistema capitalista. Com isso, espera-se que o processo de digitalização fincanceira não se torne um exponte da desigualdade existente entre uma sociedade e as nações.