A digitalização da economia

Enviada em 31/07/2021

“Os humanos correm risco de perder seu valor econômico porque a inteligência está se desvinculando da consciência.” Hodiernamente, essa citação assemelha-se à ágil inovação tecnológica, que acaba gerando incertezas, por exemplo, quando as profissões acabam tornando-se, cada vez mais, antiquadas, diminuindo, assim, a quantidade de empregos. Para que essas dúvidas sejam dizimadas, é preciso que este processo de revolução digital esteja disponível para todos.

Dessa forma, em primeira análise, a falta de infraestrutura é um desafio presente no problema. Jorge Gerdau, Presidente do Conselho Superior do MBC (Movimento Brasil Competitivo), explica: “Isso só poderá funcionar com a absoluta integração entre a estrutura do governo, o Executivo do governo, o ABDI, principalmente, desse tema tecnológico, do Congresso, e do setor privado.” Ou seja, está restauração só será possível se houver investimentos e suporte, seja do âmbito público e/ou privado.

Em paralelo, o imediatismo é um entrave no que tange ao problema. Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho, professora associada da Poli-USP (Escola Politécnica da USP), afirma: “Se de um lado as tecnologias digitais aproximam universos distantes, […] de outro lado cria demanda que nem sempre podem ser atendidas. […] porque nem todas as atividades humanas são autorizadas e não serão pela própria natureza…” Isto é, de nada adianta a precipitação nesta realização, se os recursos não são, nem serão, suficientes.

Portanto, é indispensável intervir para que a digitalização da economia fique ao alcance de todos. Para isso, o Ministério da Economia juntamente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações deverão investir nesta pauta, e também, propor ao setor privado aplicar capital da mesma forma e com o mesmo objetivo. A fim de que, está renovação atinja o máximo de pessoas e instituições, para que, por exemplo, as pequenas empresas tenham mais estabilidade e reconhecimento no mercado.