A digitalização da economia
Enviada em 13/09/2021
De acordo com o filósofo francês Auguste Conte, o desenvolvimento científico é fundamental para o progresso de uma nação.No entanto, a digitalização da economia vai de encontro a essa prerrogativa, uma vez que aceantua ainda mais as desigualdades sociais.Essa conjuntura ocorre em virtude da insuficiência governamental e do processo de domínio de mercado por grandes empresas, urgindo intervir.
Em primeira análise, é pertinente pontuar o descaso governamental em promover mecanismos para a inclusão do microempreendedor nesse processo. Conforme o filósofo Brasileiro Mário Serja Corterlla, pela falta de suporte , o microeempreendedor individual(MEI) se vê em um mar de tubarões. Dessa maneira, é essencial o papel do Estado, uma vez que a falta de medidas de proteção contribui para uma economia segregatória e pouco favorável aos indivíduos que buscam a ascenção social a partir do próprio negócio.
Ademais, também é válido analisar o domínio de mercado por grandes empresas como impulsionador do problema. Nesse sentido, percebe-se que a digitalização da economia é um processo altamente vantajoso para as grandes empresas ,dado que elas tem total domínio sobre esses mecanismos.Logo, percebe-se que elas constroem um monópolio desses novos mecanismos, perpetuando a desigualdade social.
Diante do exposto, portanto, é necessário que o governo federal, por meio de projetos de lei, crie modelos de proteção ao microemprendedor, com leis que dêem proteção e limiterm o controle do processo econômico pelas grandes empresas, a fim de que a digitalização da eaconomia aconteça de forma igual para todos. Assim, o desaenvolvimento científico apontado por Conte, de fato,trara o progresso.