A digitalização da economia

Enviada em 11/10/2021

“A tecnologia move o mundo”, foi o que disse Steve Jobs, inventor e fundador da apple. Conhecimento esse, fundamental para a sobrevivência da humanidade. A curiosidade e o anseio pela inovação, foram os passos mais importantes para o avanço da sociedade, vindo a tona diversas inovações antes inimagináveis. Desse modo, tal premissa se faz presente também no mercado econômico mundial, onde o anseio pela digitalização do mesmo é motivo de preocupação e esperança. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, para um país democrático é de extrema relevância que o Estado intervenha e administre a nação, buscando o melhor desempenho possível em todas as suas esferas de atuação. Nesse sentido, é necessário que os integrantes do governo estejam interassados e cientes das tecnologias que permeiam o mundo. Todavia, recentemente durante uma reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia, o Ministro da Justiça do Brasil Renan Calheiros, mostrou-se falho ao transmitir uma  ideia a respeito das criptomoedas - moedas digitais -, chamando-as de “créptomoedas”. O que prova a inércia dos ministros sobre a evolução econômica, e explica a terceira posição do Brasil no ranking de mais alta inflação da América Latina, segundo o jornal O Globo.

Faz-se mister, ainda, salientar as regalias promovidas pela digitalização da economia como uma forma de ascenção da sociedade. No que tange o mundo das moedas digitais, é de inegável benfeitoria a participação da criptomoeda Bitcoin. Visto que, por ser um ativo descentralizado e pautado na segurança do usuário, pode ser facilmente utilizado como câmbio de dinheiro, reserva financeira, ou até mesmo ambiente para especulação de ganhos. Assim, salientou o empreededor sul-africano Elon Musk à revista america TMZ, na qual afirmou acreditar em um futuro promissor para as moedas digitais. O que exemplifica toda a linha evolutiva da humanidade, desde quando objetos valiosos eram utilizados como moedas de de troca, até os dias atuais, onde a globalização uniu todo o mundo a cooperar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de medidas que atenuem essa situação. Logo, a fim de resolver a tendência política mundial de manter-se em estágio de comodidade para com as questões tecnológicas e econômicas. Cabe a população preencher as lacunas, e cobrar daqueles que deveriam se preocupar em resolver as situações a qual foram desiginados a trabalhar. Nessa perspectiva, utilizando dos meios midiáticos: jornais e revistas, como palco para a difusão de ideias e manutenção de direitos. Assim,  estes devem cumprir com seu juramento de fidelidade a nação, e dar voz a população. Feito isso, será possível ver o contínuo progresso da humanidade, pautada na ciência, assim como acreditava Steve Jobs.