A digitalização da economia
Enviada em 12/11/2021
No que se refere-se à digitalização da economia na sociedade é fácil perceber que houve a inclusão das tecnologias digitais contribuindo para o desenvolvimento econômico o qual tornado a economia digital uma realidade. Dentre outros fatores, é evidente um grande processo de adaptação às mudanças e o acelerado ritmo da taxa de desemprego.
Certamente, em advento do período pandêmico emissão pelo (COVID-19), como empresas tiveram que buscar meios para certificar o progresso constante de evolução da economia tanto no mercado nacional quanto global, e uma delas é o uso dos meios digitais que foram estimulados pelo déficit de relações empresariais entre os clientes presencialmente. Na frase de Charles Darwin: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente; mas o que melhor se adapta às mudanças”. Consequentemente, o processo de adaptação é fundamental à coexistência de uma empresa mesmo diante de adversidades que forçaram o estado de equilíbrio de cada uma delas e dessa forma sofrer menos com mudanças temporais.
Entretanto, apesar da procura pela adaptação em meio aos desequilíbrios nem todos saem ganhando com esse processo, visto que os avanços tecnológicos estão exercendo cada vez mais uma grande parte do trabalho efetuado pelos funcionários de uma empresa ou de locais rurais grandes sítios do agronegócio. Segundo um professor da FEA-USP: ”Com a digitalização, os bancos fecharam mais de mil agências e demitiram milhares de pessoas em 2020”. Diante disso, no que se diz à mudança ocasionada pelo desenvolvimento tecnológico é analisada de outra concepção.
Dessa forma, é notória a conjunção à digitalização da economia na sociedade no que se refere às consequências do desequilíbrio econômico. São indispensáveis medidas de políticas públicas que executam o acesso de empregabilidade devido ao grande aumento de demissões, realocações de pessoas que foram destituídas para locais mais recuperadas, bem como uma reforma na necessidade das leis em relação às demissões. Ademais, são indispensáveis investimentos nas áreas da educação profissional em empresas e pequenos comércios de modo que os próprios funcionários criem propostas e propostas de alternativas possíveis para reintegração de ex-integrantes, para que assim o equilíbrio da adaptação adaptada por Darwin seja solucionada.