A digitalização da economia
Enviada em 11/11/2021
Ao analisar o histórico socioeconômico da sociedade, verifica-se que a tecnologia veio, repentinamente, interferindo nas relações sociais e, contemporâneamente, influenciando e, até mesmo ditando a economia moderna. Contudo, apesar de facilitar e agilizar processos anteriormente democratizados, a inserção das relações de promoção no meio social proporcionou uma centralização da economia, prejudicando como pequenas empresas e lojas físicas, gerando debates pelo meio sócio-científico sobre uma possível solução para a problemática.
Em primeiro plano, é válido ressaltar que, com a economia digital, o mercado empresarial voltado aos empreendedores se expandiu e viajou de trabalhadores, como investidores e influencers sociais, ao sucesso na vida financeira. Exemplo disso, é a conquista do banco digital Nubank, que se tornou, em 2021, o maior banco digital do país com 40 milhões de novas contas, de acordo com o blog do próprio aplicativo. Tais bancos digitais ainda possuem aclopados em seus programas carteiras de investimentos e bolsa de valores, estimulando as operações bancárias de seus clientes e a educação finaceira.
Todavia, a centralização da economia digital global foi responsável pelo fechamento de diversas microlojas virtuais e físicas, graças ao poder publicitário das grandes empresas, que são superiores às lojas virtuais, atravéz de grandes mídias, por exemplo. Uma amostra desse fato, foi o isolamento social e fechamento do comércio na pandemia do coronavírus em 2020, que paralizaram diversos empreenderores não digitais, levando-os a uma migração para o meio digital e a uberização do trabalho, ou até mesmo a falência.
Dessarte, para que a economia digitalizada e como pequenas lojas físicas interajam, faz-se necessária ações por parte do meio empresarial e governamental. Para os autônomos microempreendedores, faz-se preciso a adaptação e integração com as plataformas digitais, destacar-se em meio a muitos locais e grandes negócios, como também na obtenção da estabilidade finaceira. Já para as macroempresas e o governo, faz-se necessária uma ação integrada entre os CEOs essas e o Ministério da Economia, para a realização de programas de incetivo às pequenas empresas nas mídias e redes sociais, além de parcerias com grandes empresas, objetivando a intergração das lojas locais à digitalização da economia.