A digitalização da economia

Enviada em 12/11/2021

A evolução dos meios tecnológicos e a inserção dos mesmos na vida cotidiana vem sendo cada vez maior com o passar dos anos e, principalmente, com a chegada de Covid-19 e a vida remota. Dessa forma, evidencia-se que a internet possibilita e facilita a criação de espaços empresariais virtuais, dando espaço, também, para a Era da economia digital. Á vista disso, cabe destacar os perigos existentes por trás de tanta acessibilidade, como roubo de dados, fraudadores e criminosos virtuais.

Nesse mesmo prisma, deve-se levar em consideração que a Economia Digital utiliza a internet para produzir, comercializar e distribuir bens e serviços, contudo, a fragilidade na segurança digital é um cenário preocupante. Por conseguinte, com a criação de bancos virtuais como o Picpay e a Nubank, muitas pessoas acabam realizando suas transações e detendo seu dinheiro apenas digitalmente, correndo o risco de serem hakeadas, ou até mesmo de terem seus aprelhos furtados, juntamente com seus dinheiros e bens armazenados de forma insegura.

Ademais, consoante a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), mais de um terço dos brasileiros ainda não estão incluídos no Pix (forma de transferencia instantanea, disponível 24 horas), e, dentre os motivos estão a segurança de dados e a desconfiança em instituições financeiras. Portanto, grande parte dos brasileiros não se sentem seguros em relação à proteção dos seus dados pessoais na internet e não confiam nas instituições como bancos virtuais.

Isto posto, urge que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, juntamente com o Ministério de Segurança, promova ações que cresçam as áreas de segurança virtual, com o fito de garantir a integridade da população. Além disso, também é importante que o Ministério da Educação implemente planos de ensino que incluam a alfabetização digital, com o objetivo de promover a equiparação da desigualdade e garantir mais conhecimento sobre a economia digital.