A digitalização da economia

Enviada em 19/11/2021

Toma-se conhecimento de que, com o avanço da tecnologia dos ultimos anos, criou-se o fenômeno do Darwinismo digital; onde a sociedade e a tecnologia evoluem mais rápido do que a capacidade de organização para se adaptar ao movimento. Com isso, esse desfalque é perceptível por exemplo na obsolescência de empregos, e a falta de qualificação para as novas profissões, além da falta de acesso a esse meio em certas realidades sociais do país.                                                                                                                           Neste contexto, é notório destacar que, com o início da industria 4.0, os empregados estão sendo trocados por computadores, robôs e entre outros, isso por que uma máquina obviamente fará um trabalho completamente perfeito se comparado com um humano. Dessa forma, profissões como datilógrafo, utilizado para criar e editar documentos, entre as décadas de 1980 e 1990, foram substituídos pelos computadores e pelas fotocopiadoras.                                                                                                                          Ademais cabe ressaltar que, embora muitas pessoas se beneficiam com essa inovação na economia, nem todos os cidadãos possuem acesso ao objeto de comunicação nescessário como aparelho celular ou internet, o que aumenta a desigualdade social no país. Além disso a maioria não possui acesso a uma educação profissional, que lhe ofereça qualificação para atuar nas novas profissões que estão a vir por aí.                                                    Em virtude dos fatos mencionados, é dever do Ministério da Economia, juntamente com o Ministério da Educação e o da Tecnologia, fornecer vales para pessoas de baixa renda que possam receber uma porcentagem de desconto, ou uma maior possibilidade de parcela na compra de seu aparelho; além de fazer parcerias com empresas no intuito de  ofertar cursos profissionalizantes gratuitos e com certificados, para aqueles que antes não tinham acesso. Com o objetivo do país se encaminhar para uma sociedade, pelo menos uma porcentagem, mais igualitária.