A digitalização da economia

Enviada em 12/11/2021

No século XXI, houve o surgimento da indústria 4.0, que se tornou responsável por determinados avanços tecnológicos em várias partes do mundo. Com isso, esferas como economia, educação, cultura puderam passar por um aperfeiçoamento. Além do mencionado, há o auxílio de ferramentas digitais na divulgação e expansão dos serviços econômicos (e-commerce, delivery, e-business, telecomunicações). A digitalização desse setor tem promovido e impulsionado diferentes aspectos, exemplificados pela criação de plataformas -picpay e nubank-.

Em primeiro plano, é válido citar o filósofo Lorenz, que defende a teoria do caos, que diz que pequenas ações no presente geram mudanças de âmbitos maiores no futuro. Por meio disso, infere-se que, com o passar do tempo, ocorreu desenvolvimento na área econômica e, na contemporaneidade, é permitido o aumento das possibilidades de comprar, vender, lucrar, promover e disseminar produtos, serviços, trabalhos e marketing, por exemplo.

Outrossim, a aparição de plataformas econômicas, aplicativos, sites e-commerce, favorecem tanto o lado do cliente quanto o da empresa/vendedor. Houveram aprimoramentos que geraram rapidez, eficiência e melhoria na gestão e análise financeira. Contudo, o ser humano e a sociedade vêm se tornando cada vez mais capitalistas, visto que o que existe é trabalho em prol do dinheiro e não o mesmo em prol do trabalho.

Diante do exposto, é possível afirmar que há diversas vantagens e algumas desvantagens da digitalização da economia. Logo, cabe ao Ministério da Economia a tarefa de realizar investimentos e pesquisas na área tecnológica com o intuito de proporcionar desenvolvimentos no território. Ademais, compete aos governos estaduais em parceria com instituições, como o SENAI, o dever de disponibilizar cursos profissionalizantes no setor de TI, com o fito de abranger as necessidades da indústria 4.0.