A digitalização da economia
Enviada em 11/11/2021
O conceito de modernidade líquida desenvolvido pelo filósofo polonês Zygmunt Bauman, retrata a rapidez com que os meios se transformam, nada é feito para durar. A partir do século XVIII, com a Primeira Revolução Industrial, a indústria passou por mudanças que possibilitaram um novo ponto de vista sobre o mundo. No século XXI, a tecnologia se encontra presente em tudo que o homem toca. Dessa forma, a economia deve seguir o mesmo caminho de forma acessível e segura.
Nesse contexto, observa-se que a inteligência artificial desencadeia avanços em todos os setores da economia. A agricultura 4.0, por exemplo, conta com o auxílio dessa tecnologia para uma produção rápida e eficaz, o que leva os produtores com acesso a ela serem mais aptos ao mercado. O alto custo dos equipamentos, porém, a torna inacessível para muitos trabalhadores, que correm o risco de perderem seu espaço no mercado de trabalho
Em segundo momento, percebe-se que o uso de bancos digitais é mais frequente a cada dia. A facilidade de acesso e a rapidez ofertadas levam o número de usuários de bancos como o PicPay, a crescer exponencialmente. A ultilização de meios digitais para as finanças, entretanto, os torna mais suscetíveis a golpes e situações que colocam sua vida em risco. Os usuários, então, questionam a integridade e a segurança de dados ofertada por esses meios.
Cabe ao Ministério da Economia, portanto, realizar incentivos fiscais tanto às áreas de produção, quanto às de comercialização e distribuição de serviços. Visa a propor, dessa maneira, o acesso a tecnologia em todos os pilares da economia, o que facilitará a sua digitalização. É necessário, também, que o Legislativo, juntamente com uma equipe de técnicos em desenvolvimento de sistemas, elabore leis a fim de garantir a segurança dos usuários que optam por bancos digitais. Evita-se, assim, qualquer tipo de embaraço consequente aos meios digitais na economia.