A digitalização da economia

Enviada em 11/11/2021

Com o advento da globalização, foi possível realizar ações que antes não se imaginavam. Por exemplo, a digitalização da economia, que permite a realização de atividades que geram o desenvolvimento tecnológico e a criação de novos empregos. Porém, mesmo com benefícios esse processo possui desvantagens, como a especialização do trabalho humano para a adequação ao mercado, extinguindo algumas profissões. E a difícil adaptação do sistema que precisa sofrer mudanças para se encaixar nessa ampliação do mercado.

Em primeiro lugar, vale destacar que com esse novo modelo econômico, a gama de profissões será aumentada. Porém, vários outros empregos ficarão defasados, dando início a “Quarta Revolução Industrial”, esse termo surgiu na Alemanha em 2011 durante a feira de Hannover. Ele está relacionado com as fábricas inteligentes, determinadas pelas tecnologias digitais, como a internet, big data e a inteligência artificial que estão relacionados a esse avanço da economia.

Além disso, para se adaptar nesse novo sistema é preciso que, ocorra uma série de mudanças no setor industrial da região. No Brasil, por exemplo segundo o presidente da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) Igor Calvet, o país tem plenas condições para iniciar essa revolução, pois possuí uma base produtiva já instalada. Contudo, para ele ainda é necessário investir em infraestrutura digital, capacitação da profissão e inovação. Dessa forma, o território estará devidamente preparado.

Logo, para que a economia digital seja favorecida e instalada no Brasil é preciso que, o Governo Federal estimule a mudança de mercado das grandes empresas industriais. Por meio do incentivo fiscal e da disponibilização de cursos gratuitos para a capacitação dos profissionais. Dessa maneira, a instituição irá aumentar a eficiência da indústria e o país estará cada vez mais perto da digitalização econômica.