A digitalização da economia
Enviada em 12/11/2021
Durante o século XVIII, na Inglaterra, teve início a primeira revolução industrial, na qual marcou pelo surgimento das primeiras industriam e automotivas a vapor. Entretanto, seu surgimento intensificou a desigualdade, e, por isso, quando observado a digitalização da economia, percebe-se que a desigualdade também é intensificada. Taís problemas como a falta de incentivo estatal em conjunto com o baixo nível de educação técnica da população, contribuem com a problemática. Assim, faz-se necessário não apenas uma análise, mas também uma solução para os problemas.
A princípio, segundo Norberto Bobbio, a dignidade humana é uma virtude pertencente ao ser humano, e, por isso lhe é cabível por parte do Estado. Porem, a mesma faz-se ausente na execução dos seus deveres, como o incentivo a grandes e pequenas empresas na aplicação de novas tecnologias. Desta forma, da mesma maneira que o mercado avança e se adapta com as inovações dos seus tempo, a economia de um Estado também deve acompanhar. Assim, é inaceitável que esta situação perdure por mais tempo.
Além disso, de acordo com Pitágoras, “Educai as crianças para que não seja necessário punirem os adultos”. Sua fala comprova que a educação é uma coluna que sustenta à sociedade, ou seja, com o passar dos anos e décadas, tudo aquilo que constitui “sociedade”, evolui e se adapta. Deste modo, a cada ano que se passa o mercado exige um maior nível de conhecimento técnico em razão da demanda de novas tecnologias.
Logo, é necessário uma solução para esta problemática. Portanto, cabe ao Governo Federal promover campanhas de incentivo a aplicação de novas tecnologias nas bases da economia, a fim de que possam poder conseguir acompanhar o mercado. Ademais, o Ministério da Educação deve organizar e aplicar novos cursos gratuitos com o financiamento a base do recolhimento de impostos, com a finalidade de capacitar a mão de obra para as novas tecnologias do mercado. Evitando uma economia digitalizada na mão de poucos.