A digitalização da economia
Enviada em 20/11/2021
A Guerra Fria foi uma corrida tecnológica cujo objetivo era visualizar qual potência mundial seria mais avançada, acontecendo em 1991 e trazendo impacto em todo o mundo. Como consequência, países que não tinham ligação direta com a “guerra” passaram a apresentar grandes e crescentes avanços na tecnologia, que deixou de ser inacessível para grande parte da população global atualmente. Destarte, este empecilho deve ser combatido com foco em dois pontos principais: a economia e suas influências.
Em primeiro plano, cabe ressaltar que, a partir das evoluções tecnológicas, o setor industrial vem se fortalecendo cada dia mais, visto que as empresas estão mais globalizadas e, na grande maioria, são chamadas de “Indústria 4.0”. Essas indústrias focam, principalmente, na velocidade de produção, utilizando a chamada “Robótica Avançada”, com tecnologia que faz parte de circuitos integrados, de acordo com sites de contabilidade, como “Contabilidade na TV”. Para Tom Goodwin, as indústrias vivem uma espécie de Darwinismo Digital, em que as sobreviventes serão aquelas mais adaptadas à atualidade, ou seja, projetam um novo estilo da corrida espacial que ocorreu em 1991, mostrando que as pessoas almejam a constante evolução, assim como o destaque na área tecnológica, em que ser o melhor é sempre mais importante, pois significa mais reconhecimento e lucratividade.
Por conseguinte, também se faz presente a influência que tais avanços têm sobre as pessoas. Devido à marcante inovação das máquinas e do conhecimento robótico, os seres humanos se tornam alvo fácil da exposição de dados na Internet, já que a digitalização é baseada em sistemas, e sistemas são falhos, podendo expor informações confidenciais e, até mesmo, fazer com que todo investimento financeiro em um banco digital como Nubank, por exemplo, tenha sido em vão, correndo riscos de possuir valores de saldos apagados e até mesmo a exclusão de contas cadastradas. Portanto, por mais prático que seja fazer uso de tais recursos, acaba por deixar de lado o dinheiro em espécie e valoriza mais moedas como o Bitcoin e promove a fácil acessibilidade de dados pessoais.
Sendo assim, torna-se necessário que medidas estratégicas sejam tomadas. Cabe ao Ministério da Economia, em parceria com plataformas bancárias digitais, promover meios de fortalecer a segurança de dados dos brasileiros, a fim de fazer com que essas plataformas sejam mais confiáveis e menos falhas. Além disso, seria interessante o Estado promover campanhas de educação financeira nas escolas, por meio de palestras com profissionais de contabilidade digital, para que os alunos sejam alertados dos perigos digitais e seus avanços. Somente assim seria possível impedir a desvalorização da moeda, bem como uma guerra de verdade (devido à tecnologia), não espacial como foi a Guerra Fria.