A digitalização da economia

Enviada em 05/11/2021

A 3ª Revolução Industrial do século XX trouxe consigo a implementação de inúmeras tecnologias para a sociedade. Entretanto, atualmente, o Meio Técnico-Científico-Informacional alcançou grandes proporções e abrange quase o mundo todo, logo, medidas devem ser tomadas para regulamentação do panorama virtual. Desse modo, nota-se que as empresas de atuação online se destacaram muito recentemente e, além disso, as transações monetárias digitais ampliaram-se intensamente nos últimos anos.

Cabe destacar, em primeira análise, que as as empresas conhecidas como e-commerces, ou seja, lojas inteiramente digitais, se destacaram muito nos últimos meses. Isso ocorreu, pois com o advento da pandemia da COVID-19 e o distanciamente social, vários empresários tiveram a necessidade de digitalizar suas vendas. Dessa maneira, o processo de compra e venda passa a ser mais prático, mais eficaz e, principalmente, muito mais econômico para o lojista, o qual não tem mais a obrigação de gastar com um local físico.

Ademais, é possível ressaltar ainda que transações monetárias por meio da internet cresceram muito nos últimos anos. Visto que a última criação do Banco Central foi o modo de pagamento conhecido por Pix, uma transferência rápida e instantânea que pode ser feita de qualquer lugar, fica explicíto o processo de digitalização da economia no Brasil e no mundo. Dito isso, também surge uma necessidade de maior regulamentação dos processos virtuais, os quais possuem mais relevância hoje, por estarem mais propensos a sofrerem golpes.

Torna-se evidente, portanto, que a digitalização da economia é ótima para o país, mas essa precisa seguir normas que garantam a segurança do mecanismo. Logo, o Ministério da Tecnologia deve promover a fiscalização do ambiente digital, por meio de programas especializados, os quais podem ser elaborados a partir de ferramentas de busca simples, para, assim, tornar a digitalização da economia uma operação confiável.